quarta-feira, 20 de outubro de 2010

medo.

Amo mais do que posso e por medo, sempre menos do que sou capaz.
Quando me entrego, atiro-me e quando recuo, não volto!
Gosto das noites porque me nutrem na insónia, embora os dias me iluminem quando nasce o sol.
Eu sou lúcida na minha loucura, permanente na minha inconstância, irrequieta na minha comodidade.
Pinto a realidade com alguns sonhos, imagino-os em cenas reais e choro lágrimas de vir, mas quando choro para valer, não derramo uma lágrima!

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